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Produção da soja ainda é incerta, diz consultoria

O Mato Grosso do Sul gerencia safra recorde em meio a gargalos de infraestrutura. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 108,00 (-3,57%), Campo Grande em R$ 107,00 (-1,83%), Maracaju em R$ 107,00 (-3,60%), Chapadão do Sul a R$ 108,00 (-2,70%), Sidrolândia a em R$ 108,00 (-0,92%)”, informa.

O Mato Grosso dita o ritmo da safra brasileira com colheita atingindo 24,97% da área total. “Campo Verde: R$ 105,50 (+0,19%). Lucas do Rio Verde: R$ 100,10 (+0,00%), Nova Mutum: R$ 100,50 (+0,22%). Primavera do Leste R$ 106,00 (+0,28%). Rondonópolis: R$ 107,60 (+0,56%). Sorriso: R$ 99,50 (-0,10%)”, conclui.

No Rio Grande do Sul segue travada por causa da incerteza produtiva, segundo informações da TF Agroeconômica. “O escoamento do milho com produtividade média de 7.370 kg/ha compete por caminhões e espaço nos armazéns que operam com capacidade limitada, configurando gargalo logístico mesmo antes do início efetivo da safra de soja. No interior Ijuí: R$ 123,50 (-0,40%), Cruz Alta: R$ 124,00 (-0,80%), Passo Fundo: R$ 123,06 (-3,10%), Santa Rosa: R$ 123,00 (+0,00%)”, comenta.

Santa Catarina apresenta estabilidade técnica no mercado, com Palma Sola registrando valorização de 0,87% para R$ 116,00, enquanto Rio do Sul mantém cotação estável em R$ 116,00. “A integração com o complexo agroindustrial catarinense absorve parcela significativa da produção estadual, oferecendo alternativa de comercialização que independe das oscilações do mercado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 131,90 (-0,00%)”, completa.

O Paraná apresenta dualidade entre sucesso institucional e atraso técnico. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 127,76 (-0,03%). Em Cascavel, o preço foi R$ 117,23 (+0,00%). Em Maringá, o preço foi de R$ 120,00 (-1,43%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 124,20 (-0,23%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 115,00 (-0,00%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Agrolink

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