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Alinhamento institucional garante parceria afirma Riedel

Republicana, institucional, colaborativa. É assim que o governador Eduardo Riedel (PP) classifica a relação do Estado com a União ou, em particular, entre ele e o presidente Lula (PT).

Riedel, congressistas e secretários: entendimento acima de interesses políticos ou ideológicos.

É com este alinhamento que ele recebeu ontem, segunda-feira (03/11) a bancada federal de Mato Grosso do Sul, para discutir as demandas e como encaminhá-las para que tenham celeridade na resolução.

Ao encontro compareceram a senadora Tereza Cristina (PP) e os deputados federais Camila Jara (PT), Dagoberno Nogueira (PSDB), Geraldo Resende (PSDB), Rodolfo Nogueira (PL) e Luís Ovando (PL). Recém-operado, o deputado petista Vander Loubet enviou um assessor.

A prefeita campo-grandense Adriane Lopes (PP) e o ex-senador Waldemir Moka (secretário executivo do Escritório de Relações Institucionais e Políticas no Distrito Federal), além dos secretários estaduais Rodrigo Perez (Governo), Guilherme Alcântara (Infraestrutura), Maurício Simões (Saúde) e Walter Carneiro Jr (Casa Civil) também se fizeram presentes.

Segundo Rodrigo Perez, a agenda foi das mais proveitosas e deu a certeza, mais uma vez, de que o entendimento e o diálogo são credenciais do governo Riedel para construir as mais amplas parcerias, colocando-as acima das questões políticas e ideológicas para assegurar o atendimento às aspirações coletivas e ao interesse público. “Uma reunião importante, com apresentação de projetos essenciais ao Estado. A discussão é sempre com foco na harmonia e respeito, buscando resultados que efetivamente melhorem a vida das pessoas”, reforçou.

Coordenador da bancada, Dagoberto Nogueira considera decisiva a organização das emendas para o próximo ano, inclusive para conclusão de obras. “Temos que dar continuidade a todas viabilizadas por recursos da bancada. Hoje, temos três emendas obrigatórias: o contorno de Três Lagoas, a BR-262 e a BR-419. Eu defendo que as emendas de bancada devem ser para obras estruturantes e não podem ser individualizadas”, enfatizou.

Folha De Campo Grande

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