As previsões iniciais apontavam que o caso Master implodiria o Centrão, mas o que se vê até agora é que o grupo mais alvejado é a ala política do STF (Supremo Tribunal Federal).
Um de seus integrantes foi pego de surpresa pela revelação de que sua mulher firmou um contrato de R$ 130 milhões com o banco.
Outro se viu constrangido pela divulgação de que familiares mantiveram negócios com o Master e de que ele próprio aceitou carona em um jato particular ao lado de advogados ligados a executivos do banco.
Se por um lado esses episódios aprofundaram ainda mais o desgaste da Corte perante à opinião pública, por outro, fragilizaram essa ala política, que, pelo menos até agora, se encontra em posição minoritária na resistência ao código de ética defendido pelo presidente do Supremo, Edson Fachin.
CNN Brasil

