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Falhas de manejo seguem reduzindo produtividade de pastagens

Estudos técnicos realizados no país apontam que falhas de manejo seguem como uma das principais causas da perda de produtividade das pastagens, gerando impactos diretos sobre o desempenho animal e os custos da pecuária. Problemas na implantação, no manejo inicial e no pastejo comprometem o aproveitamento das forrageiras, reduzem ganhos de peso e produção de leite e elevam o custo por hectare.

Pesquisas indicam que esse cenário está ligado ao descompasso entre o potencial genético das cultivares e práticas de manejo inadequadas ou genéricas. Forrageiras tropicais desenvolvidas para alta produtividade e melhor valor nutricional dependem de ajustes específicos para expressar plenamente seus atributos. Estudo conduzido no IFTM, em Uberlândia, mostrou que o manejo do pastejo do capim Mavuno influencia diretamente a estrutura do dossel, a proporção de folhas e a qualidade da forragem, além de indicar alturas mais adequadas em sistemas de lotação contínua.

De forma geral, os trabalhos reforçam que a correta implantação da pastagem, com atenção à fertilidade e à correção do solo, é decisiva para o desempenho das forrageiras. A ausência de análise química limita o desenvolvimento radicular e reduz a eficiência do uso de fertilizantes. Também é consenso que erros na fase inicial comprometem a rebrota, reduzem a vida útil do pasto e aceleram processos de degradação.

Segundo avaliação da Wolf Sementes, esses problemas se repetem pela subestimação do manejo desde a implantação. No caso do capim Mavuno, a empresa destaca a necessidade de solos corrigidos, boa preparação da área e ajustes adequados de pastejo. Diante desse contexto, a empresa passou a oferecer orientação técnica pós-compra aos clientes, com acompanhamento desde o plantio até períodos críticos, como a seca, buscando ampliar a eficiência produtiva no campo.

Agrolink

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