A adoção de sistemas de irrigação tem se consolidado como uma estratégia para enfrentar a instabilidade climática e garantir maior previsibilidade produtiva no campo. Em regiões sujeitas a períodos de seca e solos mais arenosos, tecnologias que ampliam o controle hídrico e nutricional vêm ganhando relevância.
No interior de São Paulo, a Fazenda Jahu passou a utilizar a irrigação por gotejamento subterrâneo como forma de reduzir riscos e melhorar o desempenho agrícola. Com 120 hectares, a propriedade já mantém 50 hectares irrigados destinados à produção de grãos e avança na implantação de outros 50 hectares para cana-de-açúcar, em parceria com a Netafim. A decisão foi motivada pela necessidade de diminuir a dependência das chuvas e proteger o investimento produtivo.
O sistema possibilitou maior uniformidade de umidade no solo mesmo durante a seca, favorecendo a germinação, o vigor inicial das plantas e a emergência mais homogênea. A integração entre irrigação de precisão e fertirrigação passou a ser um dos pilares do manejo, com respostas agronômicas superiores às médias observadas na região.
Em um ambiente marcado por déficit hídrico recorrente, o parcelamento da adubação ao longo do ciclo contribuiu para reduzir perdas por lixiviação e aumentar a eficiência dos nutrientes. O uso do sistema GrowSphere™ ampliou o controle das operações, com monitoramento remoto da irrigação, da fertirrigação e das condições de solo e clima. O resultado é um modelo produtivo mais resiliente, que transforma limitações climáticas em maior estabilidade e eficiência no campo.
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