O governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso do Sul, abriu nesta quarta-feira (9) a rodada de entrevistas com os candidatos ao governo de MS realizada pela Rede MS Integração de Rádio e Televisão.
A entrevista começou no programa Balanço Geral MS, da TVMS Record (canal 11.1), apresentado por Rodrigo Nascimento, o popular Rodrigão. Em seguido participou do programa de rádio Noticidade 2ª Edição, onde foi sabatinado por Ogg Ibraim, e pelo colunista politico Manoel Afonso. Por fim, falou ao Diário Digital. Nas entrevistas, ele apresentou ações da atual gestão e apontou saúde, segurança, educação, infraestrutura e desenvolvimento econômico entre as prioridades para um eventual segundo mandato.
Saúde – Riedel destacou a regionalização da saúde como uma das principais estratégias para ampliar o atendimento e reduzir a pressão sobre Campo Grande. Segundo ele, a estrutura hospitalar do Estado vem sendo ampliada com unidades em Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas, além da previsão de um hospital regional em Corumbá.
Sobre a Santa Casa de Campo Grande, afirmou que a instituição enfrenta um problema estrutural e possui passivo superior a R$ 500 milhões. O candidato defendeu a reorganização administrativa e financeira do hospital e citou o aumento dos repasses, de R$ 98 milhões, em 2023, para R$ 150 milhões em 2025.
Riedel também afirmou que a ampliação da rede regional e o uso da telemedicina devem contribuir para reduzir filas do SUS. Segundo os dados apresentados por ele, o atendimento por telemedicina passou de 30 mil consultas no ano anterior para 112 mil no primeiro semestre deste ano.Segurança – Na segurança pública, o candidato afirmou que pretende manter o enfrentamento às organizações criminosas, com investimentos em inteligência, equipamentos e integração das forças policiais. A posição estratégica de Mato Grosso do Sul na região de fronteira foi apontada como um dos fatores que exigem atenção permanente.
Violência contra a mulher – Ao tratar da violência contra a mulher, Riedel classificou o problema como um dos desafios mais sensíveis enfrentados pela sociedade e defendeu o fortalecimento das políticas públicas de prevenção e proteção. Entre as medidas citadas estão a atuação integrada da rede de proteção, ações de educação e o combate aos agressores.
